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Sábado, Janeiro 07, 2006
Quero-te sempre...
Olho ao nosso redor,
Buscando infindas saudades.
Encontro em meus desenganos,
parte insólita do meu passado.
Como aderir esta sombra,
de infinita realidade?
Se não vejo quero ver,
esta tua crueldade.
Abraça-me e diz-me baixinho,
que ainda ama também...
Quem sabe esta tua distância,
Se torne um pequeno bem.
Um bem de real verdade,
coisas que se quer conquistar.
Nada na vida se pode,
deixar de se ocultar.
A mesma idéia constante,
De lhe ter sem esconder.
Apresentar aos teus olhos,
deixar de querer morrer!
(Izabel Silveira)

IZABEL SILVEIRA -
2:20 PM
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