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Quinta-feira, Novembro 15, 2007
Forças, meu pai...
Para driblar a insensatez
deste mundo e poder
seguir em frente.
Subtrair a dor,
por crer numa dimensão
existente.
Reciclar as lágrimas,
por um simples gesto
de amor.
Acalentar eu seu peito,
a certeza do dever
cumprido!
Alçando vôos pelo
infinito.
Transmitindo o
exemplo,
que aprendi contigo.
Forças, meu pai
querido!
Izabel Silveira
(poesia dedicada á meu amigo, José P.T)
IZABEL SILVEIRA -
6:22 AM
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